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Iloir apresentou o desempenho das cooperativas em 2018

12/04/2019

  • A esquerda o presidente Iloir o vice-presidente Erineo conduzindo os trabalhos da assembleia

  • Presidentes e dirigentes das cooperativas presentes na assembleia


Na assembleia geral da federação das cooperativas de energia (Fecoergs), realizada no dia 11/04, foi feita análise do desempenho da federação e das 24 cooperativas de distribuição e geração de energia, no exercício de 2018.
A assembleia foi conduzida pelo presidente da federação, Iloir de Pauli, junto com o vice-presidente Erineo José Hennemann e o secretário Querino Volkmer.
Na abertura dos trabalhos foi respeitado um minuto de silêncio como homenagem póstuma ao ex-presidente Egon Édio Hoerlle
Estiveram presentes 21 (vinte e uma) cooperativas de distribuição e geração de energia elétrica, representadas pelos seus presidentes e mais 27 assessores e dirigentes. 
Foi destacada a ligação de 4.318 novos estabelecimentos rurais, os investimentos em geração e na distribuição e as tratativas sobre o processo de regulação das cooperativas, junto à agência nacional de energia (Aneel). O bom relacionamento e o intercâmbio técnico, operacional e administrativo das cooperativas, item importante e definido no planejamento estratégico da Fecoergs, para o período 2015 – 2018, também, mereceu especial referência. Ficou definido nesta assembleia a revisão do planejamento estratégico da Fecoergs, durante o ano de 2019.
Teve destaque especial o desempenho das cooperativas no prêmio - Índice Aneel de Satisfação dos Consumidores (IASC), distinguido pela Aneel, pela qualidade da prestação dos serviços de energia elétrica, que colocou as cooperativas do Rio Grande do Sul entre as melhores distribuidoras de energia do Brasil.

A cooperativa Ceriluz de Ijuí/RS, foi considerada a melhor empresa brasileira de distribuição de energia elétrica, pelo índice alcançado. O IASC de 2018 conferiu para 5(cinco), das 8(oito) das cooperativas permissionárias do Estado: Ceriluz, de Ijui, (85,93%) – Cermissões de Caibaté, (83,49%) - Creluz de Pinhal, (82,66%) - Certel Energia de Teutônia (81,24%) e para Coprel de Ibirubá (80,79%) o conceito máximo - Excelente, pelas notas alcançadas. A Creral de Erechim (79,43%), a Cooperluz de Santa Rosa (79,02%) e a Certaja de Taquari (74,27%), também, foram bem avaliadas pelos associados e tiveram o conceito - Bom.  O índice médio Brasil das 38 (trinta e oito) cooperativas permissionárias foi de 73,37% (das concessionárias foi - 66,10%) houve uma melhora no índice médio das cooperativas, comparado com o ano de 2017 que foi de 71,34%.

Sobre o processo de regulamentação e tarifário da Aneel, disse o presidente Iloir; “as tratativas com a agência nacional devem ter continuidade, em especial, sobre a metodologia para definição da parcela operacional das empresas e nossa preocupação maior, também, recai na retirada dos descontos das tarifas dos pequenos produtores rurais, o que poderá inviabilizar esta atividade, aumentando o êxodo rural” 
O sistema Fecoergs hoje é composto por 12(doze) cooperativas enquadradas como permissionárias: Certel de Teutônia, Creral de Erechim, Creluz de Pinhal, Cooperluz de Santa Rosa, Cermissões de Caibaté, Ceriluz de Ijui, Coprel de Ibirubá, Certaja de Taquari, Cerfox de Fontoura Xavier, Certhil de Três de Maio, Coopersul de Bagé e Coopernorte de Viamão e duas cooperativas autorizadas;  Cosel de Encruzilhada do Sul e Cervale de Santa Maria.
“As negociações com o Governo Federal, muito bem conduzidas pela nossa confederação nacional (Infracoop), que tem na presidência o presidente da Coprel - Jânio Vital Stefanello, foram e são fundamentais para a continuidade do bom trabalho desenvolvido pelas cooperativas,” comentou o presidente Iloir. 
“Apesar da apreensão inicial, consideramos interessante e favorável a nova metodologia de tarifas que garante a subvenção para a baixa densidade de carga das cooperativas e isto está na lei (13.360/2016), que a agência nacional regulamentou,” falou o vice-presidente, Erineo Hennemann.
Teve destaque especial na assembleia da federação e consta no seu relatório a construção da Termoelétrica São Sepé, tocada a casca de arroz e que foi inaugurada no dia 18 de dezembro de 2018, no município de São Sepé/RS. O empreendimento recebeu investimento total de R$ 60 milhões e tem como acionistas as cooperativas: Creral de Erechim e Ceriluz de Ijuí, e outros investidores.  Com potência instalada de 8 MW a usina terá capacidade de gerar 56 milhões de kW/h/ano a partir da queima da casca de arroz. Conforme a média de consumo das residências do Brasil, é energia suficiente para atender os moradores de uma cidade com 30 mil residências. A casca de arroz será fornecida por empresas de oito municípios da região de São Sepé. Por ano as arrozeiras devem entregar 70 mil toneladas para gerar energia. A instalação da usina vai ajudar no destino da casca de arroz, pois, por ser abundante na região gera um passivo ambiental devido à demora para se decompor no meio ambiente. A cinza resultante da queima também terá um destino correto, será utilizada na produção de cal mista por uma empresa calcário da região.

No âmbito de geração de energia o sistema Fecoergs encerrou o ano de 2018 com 24 pequenas centrais hidrelétricas próprias (Pch’s), em operação, com uma potência instalada de 52,84 MW. Além destas, são mais 08(oito) usinas consorciadas, com potência instalada de 84,75 MW, totalizando 137,59 MW instalados. Este potencial pode atender 30% da demanda do sistema Fecoergs. Além destas o sistema Fecoergs conta com a Usina de Energia Solar, da Creluz G, que tem a instalação de 1.008 painéis para captação da luz solar, com 7 inversores. 

Destacado o processo de padronização das operações das cooperativas visa à conquista de maiores ganhos de produtividade, rentabilidade e principalmente de segurança nos sistemas de distribuição de energia, com a redução de acidentes de trabalho, proporcionando a redução de custos e assim, as cooperativas podem desenvolver suas atividades com maior segurança.
“Este trabalho que teve sequência, em 2018 e vem sendo realizado há 13(treze) anos, gerou melhorias tecnológicas e mais segurança no trabalho, pelo   conjunto de normas dos processos de gestão, nos níveis gerenciais e operacionais”, disse o superintendente da federação José Zordan.
Dentro do projeto de treinamento e padronização do sistema de distribuição de energia foi apresentado que, em 2018, foram liberados pelo Sescoop/RS recursos na ordem de 240 mil reais, que tornou viável o treinamento e o aperfeiçoamento de mais 900 técnicos. “Desde 2004 as cooperativas já treinaram e qualificaram 9.942 técnicos, isto faz com que a prestação dos serviços aos associados, seja diferencia e cada vez melhor”, disse o presidente Iloir.
Foi estratégico e é de fundamental importância a implantação do Plano de Contingenciamento de Redes do Sistema Fecoergs, no ano de 2018, para fazer frente, de forma cooperativada, as intempéries que assolam os sistemas de distribuição de energia das cooperativas.

Cabe destacar que o plano de contingenciamento do Sistema Fecoergs, é composto pelas 24 (vinte e quatro) cooperativas de distribuição e geração de energia elétrica, e visa estabelecer os procedimentos operacionais, logísticos e de comunicação para gestão interna e a intercooperação, quando na necessidade do gerenciamento de atividades em dias atípicos e de contingência, nos seus sistemas de redes. Quando necessário são envolvidos eletricistas, operadores do COD, atendentes do teleatendimento e administrativo, equipes próprias de redes e prestadoras de serviços de construção de redes, entre outras. Nestes eventos de anormalidades o risco de vida é prioritário, para garantir a segurança das pessoas e dos colaboradores que trabalharam nos locais. As redes troncais, que atendem maior número de associados, são as primeiras a serem energizadas. Na sequência as equipes concentram-se na reconstrução de ramais, redes estas que não podem ser energizados enquanto ainda existem defeitos nas redes troncais. Ou seja, além da segurança dos associados e dos operadores das redes, o Sistema Fecoergs está reduzindo custos e de forma mais rápida recompondo a distribuição de energia elétrica.

Associado ao Plano de Contingenciamento do Sistema Fecoergs, a federação realizou tratativas com a Secretaria do Meio Ambiente do RGS e incluiu as cooperativas na “Sala de Situação”, anexa ao Departamento de Recursos Hídricos (DRH), que faz previsões sobre o clima e intempéries. A inclusão das cooperativas ocorreu no início do ano de 2018. As cooperativas recebem relatórios diários, um nas primeiras horas da manhã e outro no final da tarde, mensagens, pelo celular, de alterações significativas no período, que posam impactar as redes das cooperativas. (Modelo de relatório diário que as cooperativas recebem)

O sistema Fecoergs
“Estamos dando continuidade ao trabalho muito bem conduzido pelo ex-presidente Jânio Stefanello, é um grande desafio, porém com a contribuição dos presidentes das nossas cooperativas, acreditamos que estamos tendo êxito,” disse o presidente eleito Iloir de Pauli. 
A Fecoergs representa 24 cooperativas de geração de energia e desenvolvimento rural, com 32 usinas, atuam na área de 369 municípios, através de 63 mil quilômetros de redes, com 68.450 mil transformadores instalados, beneficiando com energia 293 mil famílias, o que equivale a uma população de mais de um milhão e trezentos mil gaúchos. (Fecoergs - 11/04/2019)


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